Tiririca : “Aceitaria de ser o vice de Bolsonaro”

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O deputado Tiririca surpreendeu a imprensa nesta segunda-feira (02/10/17) ao declarar sua intenção de se candidatar a presidente em 2018. Desta vez ao invés do slogan “Pior que ta não fica” ele afirma que “Pior que está não pode mais ficar”.

Francisco Everardo, mais conhecido como Tiririca, se revelou um dos deputados mais atuantes nas duas últimas gestões. Além de não possuir nenhuma falta nas sessões ordinárias da Câmara ele é um combativo deputado na luta contra a corrupção. Agora ele manifesta o desejo de um vôo mais alto. Ser presidente do Brasil.

Segundo Tiririca o que falta ao povo é alguém que realmente represente o povo, e seja uma opção verdadeiramente nova. Ao olhar o resultado das pesquisas eleitorais ele vê o povo repetindo o mesmo voto e querendo resultado diferente.

“Quando eu vejo as pesquisas com Lula em primeiro lugar eu fico chocado. Não exatamente pelo Lula. Do jeito dele ele tirou muita gente da miséria, mas ele cometeu os erros dele. Já foi presidente 8 anos. Se o povo quer mudança tem que mudar o voto. Não dá pra esperar resultado diferente fazendo a mesma coisa”.

A maior surpresa na declaração de Tiririca é que aceitaria ser vice do Bolsonaro.

“Eu quero ser presidente. Não dá mais pra ficar lá no meio de 500 deputados sendo sacaneado toda vez que apresento projeto ou luto pela decência na política. Eu quero um Brasil em que o pai de família tenha um emprego justo e seus filhos possam estudar numa escola que dê futuro pra eles. Hoje as escolas ensinam mais sobre sexo do que sobre o mundo do trabalho. Eu aprendi na escola a marcenaria e isso me ajudou no circo. Hoje vejo no cenário político só mais um candidato que tem vontade mesmo de ajudar o povo. Vejo isso no Bolsonaro. Até aceitaria ser o vice dele. Ele é homem de coragem e honra”.

Tiririca revela um arrependimento em sua candidatura a deputado.

“Quando me candidatei pela primeira vez fiz como muitos famosos. Fui meio na brincadeira e sem conhecer o tamanho do problema do Brasil. Aqui em Brasília vi que a situação é mais feia do que a gente imagina. Me lancei com o bordão “Pior que tá não fica”. Hoje penso que “Pior que está não pode mais ficar”. Se continuarmos neste caminho vamos matar muita gente de fome, sede e desesperança. Antes o medo era do Brasil não ter futuro. Estou começando a ter medo de não termos nem mais o presente”. 

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