Pabllo Vittar pode ser candidato ao Senado pelo PSOL

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Pabllo Vittar pode ser candidato ao Senado pelo PSOL. A candidatura pode levar pela primeira vez uma Drag Queen para o Senado. A bancada evangélica terá mais um adversário na luta pelos valores da família tradicional.

Nos bastidores da política começa a ser trabalhada a possível candidatura do cantor Pabllo Vittar para o Senado. Alguns partidos já teriam feito o convite ao artista vencedor do troféu de melhor música do ano no programa Domingão do Faustão. Dentre os partidos que teriam convidado o Pabllo Vittar estariam o PT, o PSDB, o PC do B e o PSOL. No entanto, a drag Queen estaria mais inclinada a ir para o PSOL e fazer uma dobradinha com o deputado federal Jean Wyllys.

Cientistas políticos afirmam que as chances de Pablo Vittar ao Senado são bastante expressivas, especialmente pela penetração que o artista possui com o público mais jovem. As chances ficam ainda mais expressivas com uma candidatura pelo estado do Rio de Janeiro. Quem atualmente lidera a pesquisa de intenção de voto para uma das duas vagas ao Senado é o deputado estadual Flavio Bolsonaro. Neste contexto a esquerda polarizaria a disputa com o Pabllo Vittar. Historicamente o Rio de Janeiro tem tradição de votar em artista. Já foi assim com Romário, Wagner Montes, Agnaldo Timóteo e tantos outros artistas populares. É nesta convicção que os defensores da candidatura de Pabllo Vittar se apóiam.

Pabllo Vittar ainda não se decidiu pois sua carreira nos palcos e na publicidade está no auge e rendendo enorme faturamento financeiro. Fazendo 19 shows por mês com um cachê médio de R$ 80 mil por apresentação, é difícil crer que ele trocaria esta fortuna pelo salário mensal de senador que atualmente é de R$ 33 mil. Uma campanha publicitária tendo Pabllo Vittar como estrela pode custar até R$ 500 mil para o anunciante.

Apesar de ser um dos artistas mais bem pagos da atualidade Pabllo Vittar costuma dizer para os amigos mais chegados que:

“Viver não é apenas acumular dinheiro. Só se vive de fato quando se constrói a própria felicidade ou se ajuda a alguém a ser feliz. Não podemos viver num mundo onde tantas manas morram vítimas da homofobia. Se eu puder ajudar a diminuir isso com minha arte já será uma razão para eu ser mais feliz, mas se precisar colocar um terninho e ir pra Brasília lutar por quem não tem voz, eu vou de boa e deixo Brasília toda trabalhada na paz, no amor e na purpurina”.

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