Ministra do trabalho não assinava carteira de funcionários

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Ministra do Trabalho de Temer foi condenada pela Justiça por não assinar a carteira dos funcionários. Quem deveria zelar pelo cumprimento das leis e pela proteção dos trabalhadores foi sentenciada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT1).

A nova ministra do Trabalho, Cristiane Brasil (PTB), foi condenada a pagar R$ 60 mil por violar a lei trabalhista, em processo movido por um motorista em 2016. Ele acionou a Justiça do Trabalho alegando trabalhar 15 horas por dia para ela sem carteira assinada. A Justiça acatou o pedido, e a sentença foi confirmada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT1).

A condenação em primeira instância foi decidida pelo juiz Pedro Figueiredo Waib. Na decisão, o magistrado considerou que o motorista não teve a carteira de trabalho assinada e deveria receber gratificações como férias, aviso prévio e gratificações natalinas.

Na ação, o motorista Fernando Fernandes argumentou que trabalhou exclusivamente para Cristiane Brasil e para os filhos dela entre 2012 e 2014, em horário que ia das 6h30 às 22h. Ele declarou que recebia R$ 1 mil em dinheiro e outros R$ 3 mil em conta bancária.

O nome da deputada Cristiane Brasil foi levado ao presidente,  em uma reunião no Palácio do Jaburu entre Temer e o pai dela, o ex-deputado Roberto Jefferson, presidente nacional do partido e condenado pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão.

Cristiane Brasil também foi acusada de receber R$ 20 milhões da Friboi. Confira no vídeo:

Com a nomeação de Cristiane Brasil quem assume a vaga dela no Congresso é o deputado Nelson Nahim (PSD-RJ) condenado a 12 anos de prisão por exploração sexual de menor, coação no curso do processo e exploração sexual de adolescentes no caso que ficou conhecido como “Meninas de Guarus”. Como se não bastasse este histórico de crimes, ele ainda é irmão do ex-governador do Rio, Antony Garotinho.

Estamos sendo governados por um bando de criminosos…

 

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