Filha de ministro assume que é ninfomaníaca

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Marina Mantega, a ninfomaníaca ! a filha do ex-ministro Guido Mantega assumiu que é ninfomaníaca. Em uma entrevista polêmica e bombástica ela revela como é sua atitude dentro de quatro paredes. Ela se revelou uma mulher que sabe o que quer e sabe fazer o que deseja.

Na intimidade ela garante que vale TUDO. Ela libera tudo. Tudo mesmo. O que importa é satisfazer plenamente o parceiro.

“Entre quatro paredes vale tudo. Até porque, aquela mulher que tem muita frescura pode ter certeza que o homem vai procurar fora de casa o que não tem. E eu não nasci para ser corna. Não perdôo uma traição. Para mim, se perder a confiança acabou”

Para conseguir levar Marina Mantega pra cama não é fácil, mas quem conseguir levará pra cama uma mulher plenamente disposta a satisfazer o parceiro.

“O sexo é muito importante para mim e se não tiver química, nem continuo. Você tem que admirar o cara com quem está e, além disso, a química tem que bater. Se não tem química, não consigo ir para cama com a pessoa. Preciso que essa pessoa me desperte algo”, diz ela, que na hora “H” não tem uma posição preferida. “Gosto de todas. Se forem bem feitas, é claro. Além disso, tem que ter preliminar, e aquela bem feita. Se não tiver, não continuo”.

Se der vontade ela faz sexo onde quiser. Marina é uma mulher sem pudor. Uma mulher sem frescura para viver seu desejo e realizar o desejo de quem estiver com ela.

“Já transei na varanda de um hotel, em uma viagem que fiz com um ex-namorado para fora do país. Foi muito bom. E já na piscina também, é claro. Os meninos do ‘Pânico’ dizem que sou meio ninfomaníaca. Só sei que o homem que estiver comigo não vai ter problema com sexo, vai estar sempre satisfeito”.

A primeira vez dela foi ruim, mas foi com uma pessoa que ela amava muito. Ela se entregou ao desejo com a segurança de quem amava e queria conhecer sua intimidade.

“Eu tinha 16 anos. Foi muito ruim, com o meu primeiro namorado. Ficamos juntos por três anos. Lembro que todas as minhas amigas já tinham tido a primeira vez e eu estava ficando para trás. Ele era um cara que mega me respeitava. Já tinha um ano de namoro mais ou menos e eu coloquei ele na parede dizendo que queria. Foi muito ruim, incômodo, péssimo. Mas pelo menos ele era uma pessoa que eu gostava muito e que sempre será importante”.

 

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